O pai do existencialismo. Explorou a angústia, a fé e a escolha como elementos centrais da existência humana.
Søren Aabye Kierkegaard é considerado o fundador do existencialismo. Nascido em uma família rica de Copenhague, foi profundamente marcado pela melancolia do pai e por um noivado rompido com Regine Olsen — evento que influenciou toda a sua obra. Escreveu sob diversos pseudônimos, cada um representando uma perspectiva diferente da existência. Criticou ferozmente a Igreja Dinamarquesa e a filosofia sistemática de Hegel. Morreu aos 42 anos, esgotado por uma campanha pública contra a hipocrisia religiosa. Sua obra, ignorada em vida, tornou-se uma das mais influentes do pensamento moderno.
"A angústia é a vertigem da liberdade."
— Søren Kierkegaard, O Conceito de Angústia
A angústia como condição fundamental da liberdade
O salto de fé — a escolha diante da incerteza
Os três estádios da existência: estético, ético e religioso
A subjetividade é a verdade
O desespero como 'doença mortal'
Kierkegaard antecipou conceitos centrais da psicologia existencial e da psicoterapia. Sua análise da angústia, do desespero e da autenticidade são ferramentas valiosas para compreender transtornos de ansiedade e crises de identidade.